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Formação sobre “Incontinência Urinária”

No próximo dia 24 de maio, realizar-se-á uma formação sobre “Incontinência Urinária”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Fão / Instituto de Urologia do Norte e a Universidade Autodidacta de Esposende.

Pretende-se com esta iniciativa informar e sensibilizar as pessoas para este tema.

O evento será realizado no Auditório do Centro de Intervenção Turística de Esposende, Av. Eng. Eduardo Arantes e Oliveira 400, 4740-211 Esposende.

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Carlos Martins da Silva, nosso médico urologista fala à revista “Sábado”

“Quem manda na sua bexiga?”

Há 600 mil portugueses que sofrem de incontinência urinária e apenas 10% procura ajuda junto do seu médico. Para alertar para este problema, celebra-se a Semana da Incontinência Urinária.

Os sinais de alerta são vários e simples como ir à casa de banho mais de 8 vezes por dia e duas a três vezes por noite. Muitas vezes estes hábitos escondem problemas como a síndrome da bexiga hiperativa. Para alertar para este problema surgiu a campanha de sensibilização Na Bexiga Mando Eu, que tem como base o blogue ComeceHoje.naBexigaMandoEu.pt. Lá os doentes encontram diversos artigos de especialistas, animações e filmes.

De 11 a 17 de março assinala-se a Semana da Incontinência Urinária, e falámos com o médico urologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Carlos Martins da Silva, sobre o assunto que ainda causa embaraço a quem sofre com esta doença. 

O que é uma bexiga hiperativa?
A Bexiga Hiperativa define-se como um conjunto de sintomas urinários, sendo o principal a urgência urinária, que é uma vontade forte, súbita e inadiável, de urinar. Outros sintomas que podem ocorrer são o aumento do número de vezes que tem que urinar, quer durante o dia, quer durante a noite, e as perdas de urina (incontinência urinária) – que podem ir desde pequenas perdas até ao esvaziamento completo da bexiga, de forma descontrolada.

A que sintomas as pessoas devem estar atentas? 
Se uma pessoa sentir frequentemente urgência urinária – uma vontade súbita, forte e incontrolável de urinar -, provavelmente deve sofrer de Bexiga Hiperativa. Para evitar, quer a sensação de desconforto associada à urgência urinária, quer as perdas de urina, o doente geralmente adota comportamentos “preventivos” como o aumento do número de vezes que vai à casa de banho para urinar. Se quando o doente não tem acesso fácil a instalações sanitárias acaba por “não chegar a tempo” e perde urina, chama-se Bexiga Hiperativa “molhada” ou incontinência urinária de urgência. Se não houver incontinência urinária, denomina-se Bexiga Hiperativa “seca”.

Quando é que costumam aparecer os primeiros sintomas? Porque é que a Bexiga Hiperativa tende a afetar mais mulheres do que homens?  
A Bexiga Hiperativa afeta frequentemente homens e mulheres (prevalência de 11% nos homens e 13% nas mulheres), verificando-se que o número de pessoas afetadas aumenta significativamente com a idade, particularmente a partir dos 40 anos. Mas, na verdade, as mulheres são muito mais afetadas em idades mais precoces, sendo um dado adquirido que a Bexiga Hiperativa é mais frequente em mulheres com menos de 60 anos que homens com menos de 60 anos. Acima dos 75 anos, o número de homens afetados aumenta exponencialmente.

Verifica-se ainda que a incontinência urinária afeta mais as mulheres do que os homens, pelo que, como se compreende, o impacto na qualidade de vida das mulheres é maior.  

Deve ser salientado que o número de partos e gravidezes é um fator de risco para a incontinência urinária de esforço na mulher e não para a incontinência urinária associada à Bexiga Hiperativa.

As perdas de urina são sempre fruto de um problema? Qual?  
Quando uma pessoa tem perdas de urina (incontinência urinária) deve procurar cuidados médicos. Há muitas causas de incontinência urinária e a maior parte tem tratamento. As causas da Bexiga Hiperativa são várias e estão longe de estar completamente esclarecidas, mas sabe-se que alterações fisiológicas associadas ao envelhecimento, tais como diminuição da capacidade vesical e alterações do tónus muscular, favorecem o desenvolvimento desta síndrome. 

As pessoas com depressão ou diabéticas têm um risco mais elevado de desenvolver Bexiga Hiperativa. O envelhecimento, artrite, terapêutica hormonal de substituição oral, obesidade, doença pulmonar obstrutiva crónica, obstipação, imobilidade, cirurgia vesical ou vaginal, histerectomia e alguns medicamentos (beta-bloqueantes, antidepressivos, antipsicóticos, alguns anti-hipertensores, diuréticos, sedativos) são igualmente considerados fatores de risco.

Várias patologias neurológicas, como traumatismo com lesão medular, acidentes vasculares cerebrais, esclerose múltipla, demência, ou doença de Parkinson, podem ser causa de Bexiga Hiperativa.

Qual é o tratamento da bexiga hiperativa?
Além de ser uma situação clínica fácil de diagnosticar, é fácil de tratar na maior parte dos casos. O tratamento assenta em medicamentos para controlo dos sintomas que incomodam e em pequenas alterações de alguns hábitos do nosso dia a dia. Destes últimos, salienta-se a perda de peso, a ingestão moderada de líquidos (1-1,5 l/dia), evitar as bebidas gaseificadas e café e deixar de fumar. É também aconselhado ao doente que tente “lutar contra a urgência urinária” e tente aumentar o período de tempo que aguenta entre as micções. Claro que este “treino vesical” em que o doente tenta combater a urgência urinária deve ser realizado de um modo progressivo e recomenda-se que no início o doente o faça apenas em casa, para assim evitar “acidentes” (perdas de urina) desagradáveis.

Uma outra estratégia para melhorar os sintomas da Bexiga Hiperactiva e com bons resultados é o recurso à fisioterapia do pavimento pélvico. Os exercícios do pavimento pélvico tornam o doente mais confiante e mais apto a limitar as perdas de urina quando estas acontecem, por contração ativa do músculo que controla a saída da urina (esfíncter uretral).

Atualmente, com estas medidas e com os vários medicamentos disponíveis, consegue-se uma melhoria muito significativa dos sintomas na maior parte dos doentes. Temos disponíveis duas classes de medicamentos (fármacos anticolinérgicos e agonistas beta 3), que atualmente representam a primeira linha de tratamento e são utilizados para tentar “estabilizar” o músculo detrusor, impedindo ou atrasando o aparecimento da urgência urinária.

Quando estas terapêuticas, farmacológicas e não farmacológicas, falham (por ineficácia ou por efeitos colaterais), é feito o diagnóstico de bexiga hiperativa refratária. Estes casos que não melhoram devem ser enviados para hospitais onde outros tratamentos (ditos mais invasivos) como a injecção na bexiga de toxina botulínica e a neuromodulação (técnicas em que se estimulam os nervos que controlam a bexiga) podem ser oferecidos a estes doentes, para melhoria da sua qualidade de vida.

Porque é que apenas 10% procuram ajuda?
Sabe-se atualmente que a maior parte dos doentes com Bexiga Hiperativa não procura ajuda médica. Uma das principais causas é a falta de informação quer dos doentes, quer dos prestadores de cuidados de saúde. É importante veicular a informação de que a Bexiga Hiperativa é uma situação clínica que deve ser identificada e que tem tratamento na maior parte dos casos. O sentimento de vergonha e a noção errada de que é um “problema da idade” contribuem para que os doentes se retraiam e só recorram aos cuidados médicos nos casos mais graves. Se o doente achar que pode “sofrer” de Bexiga Hiperativa não se deve acanhar, deve falar com o seu médico. O seu caso pode ter uma solução e muitas vezes é mais simples do que pensa.

Quais são as consequências deste problema?
A repercussão deste mau funcionamento da bexiga na qualidade de vida é muito significativa, face às limitações que os doentes enfrentam no seu dia a dia para lidar com este problema. Como se compreende, a interferência na qualidade de sono tem repercussões diretas na actividade laboral e no estado geral de saúde. A fadiga durante o dia é uma das queixas mais frequentes do doente, como consequência de noites mal dormidas pela necessidade de ir várias vezes à casa de banho. Psicologicamente, além do risco aumentado de depressão, a pessoa tem de lidar com sentimentos de medo, vergonha e culpa. O isolamento social e interferência na sexualidade são agravadas se ao mesmo tempo o doente não conseguir “aguentar-se” e perder urina.

Em que consiste a campanha Na Minha Bexiga Mando Eu?
Para aumentar a consciencialização sobre este problema, desmistificar alguns mitos e ajudar as pessoas que sofrem desta síndrome foi desenvolvida a campanha de sensibilização para a Bexiga Hiperativa “Na Bexiga Mando Eu“, que conta com o apoio da Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia, e tem como base um projeto online, onde os doentes poderão encontrar diversos recursos que os poderão ajudar a perceber e a lidar com este problema, nomeadamente, artigos escritos por especialistas, animações e filmes. No website e Facebook do Comece Hoje poderão ainda encontrar informações sobre sintomas, prevalência, tratamentos, conselhos práticos, e quem os pode ajudar.

Fonte: www.sabado.pt

Foto: Professor Carlos Martins da Silva

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Hospital de Fão realizou a primeira braquiterapia prostática

O Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Fão realizou no passado dia 8 de fevereiro, o primeiro procedimento de braquiterapia para tratamento de um doente com um tumor na próstata. Trata-se de uma técnica de radioterapia interna, que consiste na implantação na próstata de pequenas fontes radioativas (sementes), de forma a expor o tumor a uma alta dose de radiação.

A realização desta técnica resultou de uma colaboração multidisciplinar entre o Instituto de Urologia do Norte (que funciona no Hospital de Fão, constituído pelos médicos urologistas Carlos Martins Silva, João Alturas Silva e Emanuel Dias) e uma equipa de radio-oncologia, liderada pelo Dr. Guy Vieira.

A braquiterapia é uma técnica de tratamento com indicação em alguns tipos de cancro da próstata de fácil execução, com poucos efeitos secundários para o doente e com uma elevada taxa de cura.

Além desta opção terapêutica, o Instituto de Urologia do Norte no Hospital de Fão oferece aos doentes com tumor da próstata a opção cirúrgica, nomeadamente a prostatectomia radical laparoscópica. Esta abordagem cirúrgica tem como objetivos a remoção da totalidade do tumor prostático mantendo a continência urinária e a função sexual do doente. No dia 5 de janeiro deste ano deu-se início na prática a este programa tendo sido realizadas duas prostatectomias radicais laparoscópicas, com utilização de imagem com tecnologia 4K.

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Novo tratamento para a doença maligna da próstata: Braquiterapia Prostática

A Mesa Administrativa e o Corpo Clínico da Santa Casa da Misericórdia de Fão comunicam que a partir do mês de Novembro de 2018 temos ao dispor dos utentes um novo tratamento para a doença maligna da próstata: BRAQUITERAPIA PROSTÁTICA.

A braquiterapia prostática é uma técnica de radioterapia minimamente invasiva utilizada para o tratamento do cancro da próstata, sendo responsável por este tratamento uma equipa multidisciplinar, constituída pelos urologistas Prof. Dr. Carlos Martins Silva e Prof. Dr. João Alturas Silva.

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Carlos Martins da Silva, nosso médico urologista fala ao “Atlas da Saúde”

No âmbito da campanha de sensibilização “Na Bexiga Mando Eu” que alerta para o impacto da Bexiga Hiperativa na vida dos doentes, o Atlas da Saúde esteve à conversa com o Professor Carlos Martins da Silva, urologista, que, para além desta síndrome, nos falou sobre a importância de manter a bexiga saudável.

A bexiga é, essencialmente, um órgão de armazenamento de urina e cujo esvaziamento fica dependente da nossa vontade geralmente a partir dos 2 anos de idade. Este controlo voluntário permite-nos esvaziar a bexiga quando achamos que estamos na altura e local apropriados, antecipando ou atrasando a micção, se necessário.

Esta capacidade que temos de controlar a bexiga, e que nos facilita a nossa vida social, é o resultado da conjugação de vários mecanismos, com necessidade de integração perfeita de circuitos neurológicos e neuromusculares, ainda não completamente esclarecidos.

Por outro lado, este controlo complexo da micção está sujeito a alterações quer no sistema nervoso quer na bexiga que acarretam mau funcionamento desta – as chamadas disfunções miccionais.

O que é a Bexiga Hiperativa e quais os seus sintomas?

Dizemos que estamos perante um doente com Síndrome da Bexiga Hiperativa ou simplesmente Bexiga Hiperativa quando o doente se queixa de urgência (ou imperiosidade) miccional. A urgência miccional é uma sensação desagradável, de desconforto que se define como uma vontade forte, súbita e inadiável, de urinar. Se o doente não tem acesso fácil a instalações sanitárias, acaba por “não chegar a tempo” e perde urina. Nestes casos, dizemos que estamos perante um caso de Bexiga Hiperativa com incontinência urinária (Bexiga Hiperativa “molhada”). O doente para evitar, quer a sensação de desconforto associada à urgência, quer a incontinência urinária adopta estratégias comportamentais como o aumento da frequência urinária.

Qual a sua incidência em Portugal? E quem mais sofre com estas disfunções: homens ou mulheres?

Esta doença é mais comum do que se julga, embora não existam dados reais sobre a incidência da doença em Portugal.

No entanto, estima-se que cerca de 10-15% da população europeia sofre de Bexiga Hiperativa, afetando tanto homens como mulheres, de todas as idades. Uma parte significativa destes doentes tem a sua qualidade de vida muito alterada, necessitando por isso de tratamento.

Como é feito o diagnóstico de Bexiga Hiperativa?

O diagnóstico de Bexiga Hiperativa é relativamente fácil porque assenta na identificação dos sintomas, nomeadamente o sintoma principal – a urgência miccional. Mas essa facilidade não nos deve fazer esquecer que o diagnóstico de Bexiga Hiperativa é um diagnóstico de exclusão, isto é, precisamos de verificar se não há outras doenças que podem provocar os mesmos sintomas. Entre estas, destaco os cálculos (“pedras”) vesicais ou ureterais, as infeções urinárias, as doenças da próstata no caso dos homens e os casos embora não frequentes de neoplasia da bexiga. Assim, devem ser incluídos na avaliação destes doentes exames para despistar estas doenças.

O que contribui para o seu subdiagnóstico?

Infelizmente a Bexiga Hiperativa é muitas vezes subdiagnosticada. Trata-se de uma doença por um lado frequentemente “escondida” pelos doentes e por outro lado não procurada pelos médicos.

Por constrangimento os doentes não se queixam aos seus médicos ou aceitam a doença como uma condição normal da idade e do envelhecimento, com a qual têm que aprender a viver. É preciso lutar ativamente contra essa postura e fazer passar a mensagem que vale a pena procurar ajuda. Dar esse passo é fundamental, pois adiar a procura de ajuda médica é uma opção que prejudica o tratamento.

Qual o tratamento?

O tratamento baseia-se na adopção de medidas comportamentais e no tratamento com fármacos para melhorarmos os sintomas, a fim de aumentar a qualidade de vida do doente.

As principais medidas comportamentais são a redução de peso, a ingestão moderada de líquidos (1-1,5 l/dia), evitar as bebidas gaseificadas e café, e o abandono do tabaco.

Também em alguns casos pode ser aconselhado ao doente que tente deliberadamente “lutar contra a urgência miccional” e aumentar o período entre as micções. Claro que este “treino vesical” em que o doente tenta atrasar a micção deve ser realizado de um modo progressivo e recomenda-se que no início o doente o faça apenas em casa, para assim evitar “acidentes” desagradáveis.

Uma outra estratégia de “luta contra a urgência miccional” com bons resultados é o recurso à fisioterapia do pavimento pélvico. Estes exercícios tornam o doente mais confiante e mais apto a limitar as perdas de urina quando estas acontecem, por contração activa do esfíncter uretral.

Quando estas medidas não se revelam suficientes, temos atualmente à disposição vários medicamentos. Os que têm sido mais usados têm sido os fármacos chamados anticolinérgicos, embora não com o sucesso que de início se esperava. Para estes resultados abaixo das expetativas contribuem, para além da relativa falta de eficácia dos fármacos, os seus efeitos laterais, as expetativas demasiado altas dos doentes perante uma doença crónica e sem terapêutica curativa e o desconhecimento ainda existente das causas desta disfunção. Felizmente, tem havido investigação significativa nesta área e um novo tipo de medicação apareceu no mercado nos últimos anos, com eficácia demonstrada e com menos efeitos laterais.

A maior parte dos doentes com sintomas incomodativos conseguem melhorar a sua qualidade de vida com as atitudes acima descritas, medidas comportamentais e medicação oral. Os doentes com sintomas que não melhoram (felizmente, uma minoria) são denominados de “refratários à terapêutica oral” e devem ser referenciados para centros onde terapêuticas mais invasivas como a injeção intradetrusor de toxina botulínica e a neuromodulação podem ser oferecidas a estes doentes, para melhoria da sua qualidade de vida.

Que mensagem gostaria de deixar, no âmbito desta doença?

A Bexiga Hiperativa nem sempre é compreendida pelos doentes como uma doença, mas a verdade é que esta pode ter impacto na sua qualidade de vida. Não devem aceitar os sintomas urinários incomodativos como um processo de envelhecimento normal. Devem recorrer ao médico. Quanto mais cedo a doença é diagnosticada e começa a ser tratada, mais hipóteses existem de se conseguir ter sucesso. Com o intuito de alertar para o impacto da Bexiga Hiperativa na vida dos doentes, foi lançada em Portugal uma campanha de sensibilização “Na Bexiga Mando Eu” com uma plataforma online que disponibiliza informação sobre a doença: http://nabexigamandoeu.pt/.

Para terminar, como podemos manter a bexiga saudável?

Promover o bom funcionamento da bexiga é uma tarefa que se adota através de comportamentos simples na vida diária, como beber uma quantidade adequada de líquidos, introduzir o hábito de esvaziar a bexiga de cada 3 a 4 horas indo 4 a 6 vezes por dia à casa de banho, praticar técnicas de treino da musculatura do pavimento pélvico, fazer uma alimentação saudável rica em frutas e vegetais para prevenir a obstipação.

Sofia Esteves dos Santos

Sistema Urinário

Nota: As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.

Fonte: Atlas da Saúde

Foto: Professor Carlos Martins da Silva

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