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Recolha de Sangue no Hospital de Fão no próximo Domingo, dia 21 de julho

A Associação Humanitária dos Dadores de Sangue de Esposende, vai realizar, no dia 21 de julho uma recolha solidária de sangue, que terá lugar no Hospital de Fão entre as 09h00 e as 12h30 deste domingo.

Apelando para a doação de sangue e medula óssea, esta campanha solidária que usa o slogan de “Em Fão também se salvam vidas”, conta com a colaboração da Santa Casa da Misericórdia de Fão, Junta da União das Freguesias de Fão e Apúlia, Paróquia de Fão e Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Os dadores deverão dirigir-se ao Serviço de Medicina Física e de Reabilitação (Fisioterapia) onde se efetuarão as colheitas.

Um bem-haja a todos os dadores.

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Feira da Saúde de Esposende 2019

A Santa Casa da Misericórdia de Fão esteve presente, este ano, mais uma vez, na Feira da Saúde de Esposende, uma importante iniciativa da Câmara Municipal de Esposende, no sentido de promover a adoção de hábitos de vida saudáveis na sua população.

Queremos agradecer a todos os que estiveram presentes e que colaboraram ativamente para que fosse possível implementar todos os rastreios que planeámos e aproveitamos para referir que excederam as nossas expectativas, tanto em termos de adesão da população como do nível de aconselhamento prestado.

A todos o nosso Muito Obrigada!

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Formação sobre “Incontinência Urinária”

No próximo dia 24 de maio, realizar-se-á uma formação sobre “Incontinência Urinária”, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Fão / Instituto de Urologia do Norte e a Universidade Autodidacta de Esposende.

Pretende-se com esta iniciativa informar e sensibilizar as pessoas para este tema.

O evento será realizado no Auditório do Centro de Intervenção Turística de Esposende, Av. Eng. Eduardo Arantes e Oliveira 400, 4740-211 Esposende.

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Feira da Saúde de Esposende nos dias 18 e 19 de maio

A Feira da Saúde vai realizar-se nos próximos dias 18 e 19 de maio, na Zona Ribeirinha de Esposende, no parque junto às Piscinas Foz do Cávado.

O evento é organizado pela Câmara Municipal de Esposende no âmbito do Plano Municipal de Promoção da Saúde, em colaboração com a empresa municipal Esposende 2000.

A Santa Casa da Misericórdia de Fão irá participar, à semelhança de anos anteriores, na Feira da Saúde, dando a conhecer o seu trabalho.

Iremos disponibilizar ao público, de forma gratuita, rastreios de Risco de Diabetes e de Risco Cardiovascular com a possibilidade de realizar eletrocardiograma.

Venha ter connosco! Temos surpresas à sua espera!

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Falecimento do Sr. Dr. António Torres, ex-Diretor Clínico do Hospital da S.C.M. de Fão

Deixou-nos, no dia 30 do mês passado, o Sr. Dr. António Fernandes Torres que prestou relevantes serviços no nosso Hospital. De uma dedicação exemplar, de trato afável e simples, sempre atendeu quem solicitou os seus serviços médicos, a todos tratando com respeito e carinho, independentemente da sua condição social.

Começou a colaborar na nossa Instituição em julho de 1969. Acompanhou com entusiasmo o crescimento e consolidação do Hospital de Fão de que se tornaria Diretor Clínico. Por incontornáveis serviços ao longo de décadas, foi distinguido como Irmão Benemérito. Optou por passar os últimos meses no Hospital de Fão. Mesmo debilitado, nunca deixou de acompanhar e apoiar o crescimento da nossa Instituição.

Em recente Assembleia Geral, por coincidência, no dia do seu falecimento, foi exarado em ata um voto de pesar e de reconhecimento pelos serviços prestados, aprovado por unanimidade.

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Seja solidário, ajude-nos a ajudar!

Com um simples gesto, destine 0,5% do seu IRS à Santa Casa da Misericórdia de Fão, sem qualquer encargo ou prejuízo para si.

Preencha na sua declaração de IRS, o quadro 11 do modelo 3 com Número de Identificação de Pessoa Coletiva (NIPC): 500 779 112.

Contamos consigo.

Obrigado.

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Falecimento do Sr. Dr. Carlos Basto, médico psiquiatra do Hospital da S.C.M. de Fão

A Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Fão cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento do Sr. Dr. Carlos Manuel Basto Pacheco Rodrigues, com 73 anos de idade. Trabalhava nesta Instituição há vários anos como médico psiquiatra.

O seu funeral realizou-se no passado dia 18 de março, na Igreja da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos e o seu corpo encontra-se sepultado em Matosinhos.

A todos os familiares a S. C. M. de Fão apresenta os seus sentidos pêsames.

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Carlos Martins da Silva, nosso médico urologista fala à revista “Sábado”

“Quem manda na sua bexiga?”

Há 600 mil portugueses que sofrem de incontinência urinária e apenas 10% procura ajuda junto do seu médico. Para alertar para este problema, celebra-se a Semana da Incontinência Urinária.

Os sinais de alerta são vários e simples como ir à casa de banho mais de 8 vezes por dia e duas a três vezes por noite. Muitas vezes estes hábitos escondem problemas como a síndrome da bexiga hiperativa. Para alertar para este problema surgiu a campanha de sensibilização Na Bexiga Mando Eu, que tem como base o blogue ComeceHoje.naBexigaMandoEu.pt. Lá os doentes encontram diversos artigos de especialistas, animações e filmes.

De 11 a 17 de março assinala-se a Semana da Incontinência Urinária, e falámos com o médico urologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Carlos Martins da Silva, sobre o assunto que ainda causa embaraço a quem sofre com esta doença. 

O que é uma bexiga hiperativa?
A Bexiga Hiperativa define-se como um conjunto de sintomas urinários, sendo o principal a urgência urinária, que é uma vontade forte, súbita e inadiável, de urinar. Outros sintomas que podem ocorrer são o aumento do número de vezes que tem que urinar, quer durante o dia, quer durante a noite, e as perdas de urina (incontinência urinária) – que podem ir desde pequenas perdas até ao esvaziamento completo da bexiga, de forma descontrolada.

A que sintomas as pessoas devem estar atentas? 
Se uma pessoa sentir frequentemente urgência urinária – uma vontade súbita, forte e incontrolável de urinar -, provavelmente deve sofrer de Bexiga Hiperativa. Para evitar, quer a sensação de desconforto associada à urgência urinária, quer as perdas de urina, o doente geralmente adota comportamentos “preventivos” como o aumento do número de vezes que vai à casa de banho para urinar. Se quando o doente não tem acesso fácil a instalações sanitárias acaba por “não chegar a tempo” e perde urina, chama-se Bexiga Hiperativa “molhada” ou incontinência urinária de urgência. Se não houver incontinência urinária, denomina-se Bexiga Hiperativa “seca”.

Quando é que costumam aparecer os primeiros sintomas? Porque é que a Bexiga Hiperativa tende a afetar mais mulheres do que homens?  
A Bexiga Hiperativa afeta frequentemente homens e mulheres (prevalência de 11% nos homens e 13% nas mulheres), verificando-se que o número de pessoas afetadas aumenta significativamente com a idade, particularmente a partir dos 40 anos. Mas, na verdade, as mulheres são muito mais afetadas em idades mais precoces, sendo um dado adquirido que a Bexiga Hiperativa é mais frequente em mulheres com menos de 60 anos que homens com menos de 60 anos. Acima dos 75 anos, o número de homens afetados aumenta exponencialmente.

Verifica-se ainda que a incontinência urinária afeta mais as mulheres do que os homens, pelo que, como se compreende, o impacto na qualidade de vida das mulheres é maior.  

Deve ser salientado que o número de partos e gravidezes é um fator de risco para a incontinência urinária de esforço na mulher e não para a incontinência urinária associada à Bexiga Hiperativa.

As perdas de urina são sempre fruto de um problema? Qual?  
Quando uma pessoa tem perdas de urina (incontinência urinária) deve procurar cuidados médicos. Há muitas causas de incontinência urinária e a maior parte tem tratamento. As causas da Bexiga Hiperativa são várias e estão longe de estar completamente esclarecidas, mas sabe-se que alterações fisiológicas associadas ao envelhecimento, tais como diminuição da capacidade vesical e alterações do tónus muscular, favorecem o desenvolvimento desta síndrome. 

As pessoas com depressão ou diabéticas têm um risco mais elevado de desenvolver Bexiga Hiperativa. O envelhecimento, artrite, terapêutica hormonal de substituição oral, obesidade, doença pulmonar obstrutiva crónica, obstipação, imobilidade, cirurgia vesical ou vaginal, histerectomia e alguns medicamentos (beta-bloqueantes, antidepressivos, antipsicóticos, alguns anti-hipertensores, diuréticos, sedativos) são igualmente considerados fatores de risco.

Várias patologias neurológicas, como traumatismo com lesão medular, acidentes vasculares cerebrais, esclerose múltipla, demência, ou doença de Parkinson, podem ser causa de Bexiga Hiperativa.

Qual é o tratamento da bexiga hiperativa?
Além de ser uma situação clínica fácil de diagnosticar, é fácil de tratar na maior parte dos casos. O tratamento assenta em medicamentos para controlo dos sintomas que incomodam e em pequenas alterações de alguns hábitos do nosso dia a dia. Destes últimos, salienta-se a perda de peso, a ingestão moderada de líquidos (1-1,5 l/dia), evitar as bebidas gaseificadas e café e deixar de fumar. É também aconselhado ao doente que tente “lutar contra a urgência urinária” e tente aumentar o período de tempo que aguenta entre as micções. Claro que este “treino vesical” em que o doente tenta combater a urgência urinária deve ser realizado de um modo progressivo e recomenda-se que no início o doente o faça apenas em casa, para assim evitar “acidentes” (perdas de urina) desagradáveis.

Uma outra estratégia para melhorar os sintomas da Bexiga Hiperactiva e com bons resultados é o recurso à fisioterapia do pavimento pélvico. Os exercícios do pavimento pélvico tornam o doente mais confiante e mais apto a limitar as perdas de urina quando estas acontecem, por contração ativa do músculo que controla a saída da urina (esfíncter uretral).

Atualmente, com estas medidas e com os vários medicamentos disponíveis, consegue-se uma melhoria muito significativa dos sintomas na maior parte dos doentes. Temos disponíveis duas classes de medicamentos (fármacos anticolinérgicos e agonistas beta 3), que atualmente representam a primeira linha de tratamento e são utilizados para tentar “estabilizar” o músculo detrusor, impedindo ou atrasando o aparecimento da urgência urinária.

Quando estas terapêuticas, farmacológicas e não farmacológicas, falham (por ineficácia ou por efeitos colaterais), é feito o diagnóstico de bexiga hiperativa refratária. Estes casos que não melhoram devem ser enviados para hospitais onde outros tratamentos (ditos mais invasivos) como a injecção na bexiga de toxina botulínica e a neuromodulação (técnicas em que se estimulam os nervos que controlam a bexiga) podem ser oferecidos a estes doentes, para melhoria da sua qualidade de vida.

Porque é que apenas 10% procuram ajuda?
Sabe-se atualmente que a maior parte dos doentes com Bexiga Hiperativa não procura ajuda médica. Uma das principais causas é a falta de informação quer dos doentes, quer dos prestadores de cuidados de saúde. É importante veicular a informação de que a Bexiga Hiperativa é uma situação clínica que deve ser identificada e que tem tratamento na maior parte dos casos. O sentimento de vergonha e a noção errada de que é um “problema da idade” contribuem para que os doentes se retraiam e só recorram aos cuidados médicos nos casos mais graves. Se o doente achar que pode “sofrer” de Bexiga Hiperativa não se deve acanhar, deve falar com o seu médico. O seu caso pode ter uma solução e muitas vezes é mais simples do que pensa.

Quais são as consequências deste problema?
A repercussão deste mau funcionamento da bexiga na qualidade de vida é muito significativa, face às limitações que os doentes enfrentam no seu dia a dia para lidar com este problema. Como se compreende, a interferência na qualidade de sono tem repercussões diretas na actividade laboral e no estado geral de saúde. A fadiga durante o dia é uma das queixas mais frequentes do doente, como consequência de noites mal dormidas pela necessidade de ir várias vezes à casa de banho. Psicologicamente, além do risco aumentado de depressão, a pessoa tem de lidar com sentimentos de medo, vergonha e culpa. O isolamento social e interferência na sexualidade são agravadas se ao mesmo tempo o doente não conseguir “aguentar-se” e perder urina.

Em que consiste a campanha Na Minha Bexiga Mando Eu?
Para aumentar a consciencialização sobre este problema, desmistificar alguns mitos e ajudar as pessoas que sofrem desta síndrome foi desenvolvida a campanha de sensibilização para a Bexiga Hiperativa “Na Bexiga Mando Eu“, que conta com o apoio da Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia, e tem como base um projeto online, onde os doentes poderão encontrar diversos recursos que os poderão ajudar a perceber e a lidar com este problema, nomeadamente, artigos escritos por especialistas, animações e filmes. No website e Facebook do Comece Hoje poderão ainda encontrar informações sobre sintomas, prevalência, tratamentos, conselhos práticos, e quem os pode ajudar.

Fonte: www.sabado.pt

Foto: Professor Carlos Martins da Silva

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Hospital de Fão realizou a primeira braquiterapia prostática

O Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Fão realizou no passado dia 8 de fevereiro, o primeiro procedimento de braquiterapia para tratamento de um doente com um tumor na próstata. Trata-se de uma técnica de radioterapia interna, que consiste na implantação na próstata de pequenas fontes radioativas (sementes), de forma a expor o tumor a uma alta dose de radiação.

A realização desta técnica resultou de uma colaboração multidisciplinar entre o Instituto de Urologia do Norte (que funciona no Hospital de Fão, constituído pelos médicos urologistas Carlos Martins Silva, João Alturas Silva e Emanuel Dias) e uma equipa de radio-oncologia, liderada pelo Dr. Guy Vieira.

A braquiterapia é uma técnica de tratamento com indicação em alguns tipos de cancro da próstata de fácil execução, com poucos efeitos secundários para o doente e com uma elevada taxa de cura.

Além desta opção terapêutica, o Instituto de Urologia do Norte no Hospital de Fão oferece aos doentes com tumor da próstata a opção cirúrgica, nomeadamente a prostatectomia radical laparoscópica. Esta abordagem cirúrgica tem como objetivos a remoção da totalidade do tumor prostático mantendo a continência urinária e a função sexual do doente. No dia 5 de janeiro deste ano deu-se início na prática a este programa tendo sido realizadas duas prostatectomias radicais laparoscópicas, com utilização de imagem com tecnologia 4K.

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Recolha de Sangue no Hospital de Fão no próximo Domingo, dia 20 de janeiro

A Associação Humanitária dos Dadores de Sangue de Esposende, vai realizar, no dia 20 de janeiro uma recolha solidária de sangue, que terá lugar no Hospital de Fão entre as 09h00 e as 12h30 deste domingo.

Apelando para a doação de sangue e medula óssea, esta campanha solidária que usa o slogan de “Em Fão também se salvam vidas”, conta com a colaboração da Santa Casa da Misericórdia de Fão, Junta da União das Freguesias de Fão e Apúlia, Paróquia de Fão e Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Os dadores deverão dirigir-se ao Serviço de Medicina Física e de Reabilitação (Fisioterapia) onde se efetuarão as colheitas.

Um bem-haja a todos os dadores.

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